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Velocidade | 21/08/2014

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2 Comentários

Diário de Bordo: Não basta ser ao vivo

Larissa Leite


Alô, alô Brasil!!!à Depois do descanso ‘quase’ merecido – ou não -, eis que o DB volta das férias, mas volta causando e vai tocar na ferida. Então, separem o kit primeiro socorros e coisas do gênero, pois essa semana o tema é uma frustração que ainda toma conta dos corações e das mentes dos fãs da Fórmula Indy no Brasil. A transmissão. ‘Mas, teve transmissão e ao vivo’. Não foi o suficiente.

Depois do último ano de corridas ignoradas e o uso do ilustre video-taipe, que revoluciou o fazer televisão, o fã de Fórmula Indy ficou cada vez mais descrente e exigente. Não aceitam o famoso qualquer coisa. Ele se manisfesta nas redes sociais e quer ser ouvido. Não é a reclamar por reclamar, não é o mimimi ou a ‘trollagem’ gratuita, ele reclama porque ama aquela categoria e quer vê-la ser bem tratada do lado de cá.

Sem Téo José na Band, ele foi escalado para a F-Truck, e sem Celso Miranda pelo Bandsports, que fazia o Brasileiro de Marcas. Coube a outro narrar a corrida de Mid-Ohio.

Aqui faço um parentêses. No mundo acadêmico nos ensinam que quando tem nomes estrangeiros, a emissora ‘padroniza’ a pronuncia e escreve como diz. Exemplo simples: David, tem David que se fala Davi e outros Deivid. Para evitar problemas e erros, essa indicação vem para quem vai ler o nome. Então, por que continuamos a ouvir tantas versões dos nomes dos pilotos da Indy? JR Hildebrand, virou Riudebrandi e aí vai.

Uma corrida com poucas palavras. Ok, a etapa não foi de tirar o fôlego, sem bandeiras amarelas e tudo era excelente. Na anterior, a palavra do dia era espetacular. Evoluímos? Cada profissional cria um bordão, “que beleza”, “no capricho para vencer”, “não perde mais”. Mas, a cada imagem falar espetacular, cansa.

A cobertura esportiva padece de alguns males, como esse que acabei de usar, os chamados lugares comuns. Temos também: o dilema ser entretenimento, ser informação ou o que vale é a paixão?

Vejo que cada vez mais os narradores apaixonados estão caindo no conceito de quem escuta. E assim foi no Canadá, é claro que queríamos ver o Helinho escalando a grade, mas…à Precisava de toda aquela animação?

Li também algumas reclamações sobre os intervalos. O canal tentou imitar a transmissão americana com o esquema quadrinhos, mas parece que os internautas não aprovaram. O melhor foi o comercial de um patrocinador da Ferrari durante a corrida. Ok, também já investiu em piloto da Indy, mas isso não desfaz a ironia.

E o campeonato? Dixon levou em Mid-Ohio, Will Power ressurgiu e virou o líder e falta pouco para a grande decisão.

E para fechar com ‘chave de ouro’

?????…. A culpa é da Nina!

Até a próxima.

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  • Gilberto Gehrke

    isso quando agente nao eh obirgado a ver as corridas por internet como o meu caso, pois nao havendo o canal disponivel na cidade tenho q assistir na internet, ou tentar assistir pois trava toda hora com internet ruim.

  • maiconramones

    Grandes observações. Falou exatamente o que eu vi na TV.

    Abraço