24/02/2009

Fórmula 1: Um passo para trás e outro para frente

A Honda abandonou a F-1 mediante a crise financeira e já escutamos boatos de que a Renault e a Toyota pretendem reaver suas situações na categoria. Apesar do fortíssimo lobby para que a escuderia japonesa alinhe no grid para o GP da Austrália, ainda não há nada definido.

Honda: e agora?

Para piorar esse cenário, a Red Bull anunciou que venderá a Toro Rosso e a Renault afirmou que não pretende mais fornecer motores para outras equipes a partir do ano que vem. Atualmente, a Williams não tem como pedir mais empréstimos e o que a salvou esse ano foi a redução de custos, mas ainda é incerto quanto tempo conseguirá se manter desta forma.

Este quadro parece um tanto quanto tenebroso, mas é possível que, já em 2012, a F-1 se continuar nessa linha tenha apenas 10 carros em seu grid: duas Ferrari, duas McLaren, duas BMW, duas Red Bull e duas Force India.

E pensar que quando comecei a assistir a F-1, em 1985, eram 32 carros nos treinos lutando por 28 vagas para o dia de corrida. Bernie Ecclestone, o mesmo que teve a “brilhante” idéia de trocar pontos por medalhas na hora de decidir um campeão, apareceu com a solução de que as equipes mais fortes ou mais ricas deveriam contar com três carros no grid. Esse terceiro carro apenas correria, sem somar pontos para o mundial, assim como o terceiro piloto da equipe.

Um absurdo, principalmente em tempos de corte de gastos. Quem gastaria milhões para alinhar um terceiro carro apenas para que ele fizesse figuração? Bernie também declarou que apenas sentiria falta da Ferrari na F-1, caso as outras se retirassem, ignorando equipes tradicionais como Williams e McLaren.

Um olhar no passado para garantir o futuro

Se o caminho da F-1 for mesmo a retirada das montadoras, a solução não está em ter um terceiro carro na pista e sim dar uma olhada no passado para garantir o futuro da categoria. A história vista desde o princípio. Por duas vezes desde sua estréia, a F-1 deu um passo atrás para garantir o futuro. A primeira foi no biênio de 52 e 53.
Ascari na Ferrari modelo F2 de 1952

A F-1 foi criada em uma disputa particular das montadoras, na época, como Ferrari, Maserati e Alfa Romeu. No ano de 1952, procurando atrair mais equipes permitiu-se que carros de F-2, mais lentos, também corressem no mundial. No final dessa temporada, a Alfa Romeu retirou-se da competição e a categoria, por falta de carros de F-1, decidiu correr o campeonato de 53 apenas com carros de F-2. Assim, Ferrari e Maserati, as grandes da época tiveram que se adaptar às novas regras. Sem grandes montadoras, os boxes passaram a ser dominada por garagistas e mecânicos que tinham um sonho de possuir uma própria equipe. Assim surgiu a McLaren, a Brabham, a Williams, a Lotus, além de muitas outras equipes.

Primeiro motor turbo da F-1

A segunda vez que a F-1 deu um passo para atrás na história foi no final da década de 80. Assustada com a potência,  acidentes e gastos dos motores turbo, a FIA resolveu baní-los e retornar com os motores aspirados. Foi uma decisão polêmica, mas que no fim foi aceita pelas equipes. Decidiu-se em 87 que no ano seguinte apenas algumas equipes fariam o campeonato com motores turbos, entre elas as mais fortes como McLaren, Lotus e Ferrari. A Williams estava de motor Judd aspirado. Como exemplo, a McLaren com motor turbo chegava a andar mais de 3s mais rápido que as outras equipes. Logo, em 89 não teve jeito e todos estavam de motor aspirado.

E qual seria uma das alternativas para salvar a categoria?

Talvez essa seja a hora da F-1 reavaliar o que realmente é importante e como cortar gastos. Manter equipes tradicionais como Ferrari, Williams e McLaren é essencial para a história da categoria, assim como trazer de volta os garagistas. Um passo atrás seria trazer as equipes da GP2 ou da nova F-2, o carro que for mais potente para a F-1, como foi feito em 1952. Se necessário, adaptar o carro de F-1 aos moldes da GP2 (F-2) já em 2011. É muito mais fácil equipes como Ferrari desenvolverem carros de GP2 (F-2) do que o contrário.

O interesse do público seria o mesmo já que, como exemplo, a audiência não mudou quando a F-1 abandonou os motores V10 e voltou a correr com os V8. Importante é manter Ferrari, Williams e McLaren, assim como manter Hamilton, Alonso, Massa, Raikkonen, Vettel e Kubica, independente do carros que eles irão pilotar. Sem falar que a redução de custos seria drástica, pois um carro de GP2 (F-2) não custa nem um décimo de um carro de F-1. Todos sairiam ganhando, pois as equipes de grande porte ainda investiriam em tecnologias que as montadoras tanto buscam e os carros mais equilibrados gerariam mais disputas nas pistas e a F-1 voltaria ver em seu grid mais do que apenas 18 carros. Um passo atrás para andar para frente.

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é ator e nossa enciclopédia viva em constante atualização.
  • http://www.MotorBR.com otavio fonseca

    como sempre, otimo Blog!

    Concordo com a importancia dos “privateers” . Esses times, Tyrrel, Brabham, etc, eram parte do charme da F1. Acho que a USF1 esta apostando nesses cortes massivos de gasto / mudança de direção. (O pessoal “desce o pau” na USF1 mas eu aplaudo pessoas de iniciativa e visao.)

    Agora, eu nao entendi muito sua sugestao em fazer uma categoria “a la GP2″

    Uma “spec formula” vai em direcao contraria ao desejo dos Fabricantes(FOTA). Quando o tio Bernie sugeriu motores padrões, voce viu o fuzuê que os fabricantes fizeram.

    []s

  • http://www.MotorBR.com otavio fonseca

    como sempre, otimo Blog!

    Concordo com a importancia dos “privateers” . Esses times, Tyrrel, Brabham, etc, eram parte do charme da F1. Acho que a USF1 esta apostando nesses cortes massivos de gasto / mudança de direção. (O pessoal “desce o pau” na USF1 mas eu aplaudo pessoas de iniciativa e visao.)

    Agora, eu nao entendi muito sua sugestao em fazer uma categoria “a la GP2″

    Uma “spec formula” vai em direcao contraria ao desejo dos Fabricantes(FOTA). Quando o tio Bernie sugeriu motores padrões, voce viu o fuzuê que os fabricantes fizeram.

    []s

  • http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com Daniel Médici

    Acho que há uma pequena imprecisão no texto. Não tenho conhecimento de que os carros de Fórmula 1 foram aceitos no campeonato de 52. É fato, porém, que nenhuma Alfa Romeo, nem de F1 nem de F2, foi inscrita em qualquer etapa do campeonato daquele ano.

    Como outro ‘passo para trás’, também poderíamos citar a redução da cilindrada em 1961 e o banimento do carro-asa, no início dos anos 80. Houve um pouco de politicagem em ambos os casos, mas… o que não é politicagem na história da Fórmula 1?

    Trazer os carros de GP2/F2 para correrem a Fórmula 1, como foi feito em 52 (época em que o campeonato se chamava oficialmente “Campeonato Mundial de Pilotos”) é uma opção, mas não sei se a mais segura. Um carro de GP2 não é menos caro do que um F1 por causa da potência, mas simplesmente pelo fato de que todos os modelos são iguais, só há um fornecedor.

  • http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com Daniel Médici

    Acho que há uma pequena imprecisão no texto. Não tenho conhecimento de que os carros de Fórmula 1 foram aceitos no campeonato de 52. É fato, porém, que nenhuma Alfa Romeo, nem de F1 nem de F2, foi inscrita em qualquer etapa do campeonato daquele ano.

    Como outro ‘passo para trás’, também poderíamos citar a redução da cilindrada em 1961 e o banimento do carro-asa, no início dos anos 80. Houve um pouco de politicagem em ambos os casos, mas… o que não é politicagem na história da Fórmula 1?

    Trazer os carros de GP2/F2 para correrem a Fórmula 1, como foi feito em 52 (época em que o campeonato se chamava oficialmente “Campeonato Mundial de Pilotos”) é uma opção, mas não sei se a mais segura. Um carro de GP2 não é menos caro do que um F1 por causa da potência, mas simplesmente pelo fato de que todos os modelos são iguais, só há um fornecedor.

  • http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com Daniel Médici

    Acho que há uma pequena imprecisão no texto. Não tenho conhecimento de que os carros de Fórmula 1 foram aceitos no campeonato de 52. É fato, porém, que nenhuma Alfa Romeo, nem de F1 nem de F2, foi inscrita em qualquer etapa do campeonato daquele ano.

    Como outro ‘passo para trás’, também poderíamos citar a redução da cilindrada em 1961 e o banimento do carro-asa, no início dos anos 80. Houve um pouco de politicagem em ambos os casos, mas… o que não é politicagem na história da Fórmula 1?

    Trazer os carros de GP2/F2 para correrem a Fórmula 1, como foi feito em 52 (época em que o campeonato se chamava oficialmente “Campeonato Mundial de Pilotos”) é uma opção, mas não sei se a mais segura. Um carro de GP2 não é menos caro do que um F1 por causa da potência, mas simplesmente pelo fato de que todos os modelos são iguais, só há um fornecedor.

  • Ricardo César

    Otavio
    quando sugeri uma união da F1 com a Gp2, eu voltei ao que foi feito no passado. Com a retirada das montadoras em 52 os dirigentes resolveram misturar carros de F1 com F2 no grid e em 53 a F1 só correu de F2, justamente por falta de montadoras. A Coswort consegue produzir motores V8 a baixo custo e os carros de Gp2 ou da F2 que esta sendo recriada pelo Mosley poderiam usar. Acontece que não caiu ainda a ficha do Bernie Ecclestone, a Mercedes quase se retirou, a Toyota e a Renault pensam em rever se continuam ou não. A Toro Rosso vai ser vendida e a Williams diz que não tem mais como pegar dinheiro emprestado com os bancos. A F1 corre o risco de em 2010 no mais tardar 2012 correr só com Ferrari e Red Bull e BMW se essa ultima não rever sua situação. É muito mais fácil. Sem falar que o terceiro piloto perdeu a função já que não existe mais testes, seria uma maneira dos pilotos novos aparecerem, pois mesmo em carros inferiores, estariam sendo visto pelo mundo. Em 87 tinha um campeonato só para os aspirados. Foi em uma pequena Benetton que Berger apareceu. A solução é investir em garagista e com custos mais baratos, dai vem a idéia de fusão da F1 com a Gp2(F2) tendo a Gp2 motores mais potentes

    Daniel
    A Alfa Romeu foi campeã com Fangil em 1951 e se retirou da competição, o que motivou os organizadores da época a misturar carros de F1 com carros de F2, a Ferrari por exemplo corrida com os dois, pois naquela época era permitido que uma equipe corresse com quantos carros quisesse. Em 53 a F1 correu apenas com carros de F2, até que em 54 a Mercedes resolveu entrar na disputa e a F1 voltou a ser disputada por carros de F1

    Abraço aos dois

    Ricardo César

  • Ricardo César

    Otavio
    quando sugeri uma união da F1 com a Gp2, eu voltei ao que foi feito no passado. Com a retirada das montadoras em 52 os dirigentes resolveram misturar carros de F1 com F2 no grid e em 53 a F1 só correu de F2, justamente por falta de montadoras. A Coswort consegue produzir motores V8 a baixo custo e os carros de Gp2 ou da F2 que esta sendo recriada pelo Mosley poderiam usar. Acontece que não caiu ainda a ficha do Bernie Ecclestone, a Mercedes quase se retirou, a Toyota e a Renault pensam em rever se continuam ou não. A Toro Rosso vai ser vendida e a Williams diz que não tem mais como pegar dinheiro emprestado com os bancos. A F1 corre o risco de em 2010 no mais tardar 2012 correr só com Ferrari e Red Bull e BMW se essa ultima não rever sua situação. É muito mais fácil. Sem falar que o terceiro piloto perdeu a função já que não existe mais testes, seria uma maneira dos pilotos novos aparecerem, pois mesmo em carros inferiores, estariam sendo visto pelo mundo. Em 87 tinha um campeonato só para os aspirados. Foi em uma pequena Benetton que Berger apareceu. A solução é investir em garagista e com custos mais baratos, dai vem a idéia de fusão da F1 com a Gp2(F2) tendo a Gp2 motores mais potentes

    Daniel
    A Alfa Romeu foi campeã com Fangil em 1951 e se retirou da competição, o que motivou os organizadores da época a misturar carros de F1 com carros de F2, a Ferrari por exemplo corrida com os dois, pois naquela época era permitido que uma equipe corresse com quantos carros quisesse. Em 53 a F1 correu apenas com carros de F2, até que em 54 a Mercedes resolveu entrar na disputa e a F1 voltou a ser disputada por carros de F1

    Abraço aos dois

    Ricardo César

  • Ricardo César

    Daniel

    Com relação a carros de Gp2 serem iguais, aFia liberaria as equipes de ponta a fazerem carros de Gp2 mas com total liberdade de mexer na técnologia e as equipes que não tivessem grana fariam carros padroes. Sempr tem uma equipe mais forte, mas também tem que ter as antigas Sintec, Minardi, Errows e outras pequenas que surgiram sem muito orçamento mas que seriram para revelar novos talentos

    Abraço

  • Ricardo César

    Daniel

    Com relação a carros de Gp2 serem iguais, aFia liberaria as equipes de ponta a fazerem carros de Gp2 mas com total liberdade de mexer na técnologia e as equipes que não tivessem grana fariam carros padroes. Sempr tem uma equipe mais forte, mas também tem que ter as antigas Sintec, Minardi, Errows e outras pequenas que surgiram sem muito orçamento mas que seriram para revelar novos talentos

    Abraço

  • http://nomundodavelocidade.blogspot.com/ Diego Maulana

    Essa é uma alternativa viável. Não se pode depender apenas de grandes montadoras, pois essas veêm a F1 como um negócio apenas. Limitar os investimentos, como o próprio Max Mosley sugeriu, também pode trazer uma certa estabilidade e equilibrio, pelo menos para os próximos anos, fazendo a categoria sobreviver. É só pensar um pouco, que idéias surgem. Ótimo post.

  • http://nomundodavelocidade.blogspot.com/ Diego Maulana

    Essa é uma alternativa viável. Não se pode depender apenas de grandes montadoras, pois essas veêm a F1 como um negócio apenas. Limitar os investimentos, como o próprio Max Mosley sugeriu, também pode trazer uma certa estabilidade e equilibrio, pelo menos para os próximos anos, fazendo a categoria sobreviver. É só pensar um pouco, que idéias surgem. Ótimo post.

  • http://nomundodavelocidade.blogspot.com/ Diego Maulana

    Essa é uma alternativa viável. Não se pode depender apenas de grandes montadoras, pois essas veêm a F1 como um negócio apenas. Limitar os investimentos, como o próprio Max Mosley sugeriu, também pode trazer uma certa estabilidade e equilibrio, pelo menos para os próximos anos, fazendo a categoria sobreviver. É só pensar um pouco, que idéias surgem. Ótimo post.

  • http://www.pontodeignicao.com.br Felipe Mafra

    É uma boa discussão essa. Mas com os últimos acontecimentos do valor da superlicensa e o próprio KERS, os dirigentes da F1 não aparentam pensar seriamente em algo desse tipo. Pelo andar da carruagem eles só vão chegar a esse ponto quando a coisa estiver preta, PRETA, messsssmo.

  • http://www.pontodeignicao.com.br Felipe Mafra

    É uma boa discussão essa. Mas com os últimos acontecimentos do valor da superlicensa e o próprio KERS, os dirigentes da F1 não aparentam pensar seriamente em algo desse tipo. Pelo andar da carruagem eles só vão chegar a esse ponto quando a coisa estiver preta, PRETA, messsssmo.

  • http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com Daniel Médici

    Caro Ricardo,

    A Alfa Romeo se retirou, sim, do campeonato em 1951, mas isso não motivou a “mistura” dos carros de F1 e de F2, pois isso já acontecia. A título de curiosidade, Raymond Sommer disputou o GP da Suiça de 50 com uma Ferrari 166, um modelo de F2.

    Na época, um F1 era um carro de 4,5L de cilindrada ou de 1,5L superalimentado. Um F2 era um carro de 2,0L ou 0,5L superalimentado.

    O que aconteceu em 52 foi o banimento dos carros de F1, em favor dos de F2. Neste ano, foram inscritos os seguintes modelos Ferrari: 125, 166, 212,500, sendo este último o oficial de fábrica, com que Ascari ganhou o campeonato. Todos co motores 2,0L aspirados. Mais especificamente, os motores Tipo 375, Tipo 500 e Squalo.

    Vale lembrar que, nessa época, a categoria chamava-se Campeonato Mundial de Pilotos, e Fórmula 1 era um regulamento técnico. Esses dois conceitos se fundiram oficialmente apenas em 1981.

  • http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com Daniel Médici

    Caro Ricardo,

    A Alfa Romeo se retirou, sim, do campeonato em 1951, mas isso não motivou a “mistura” dos carros de F1 e de F2, pois isso já acontecia. A título de curiosidade, Raymond Sommer disputou o GP da Suiça de 50 com uma Ferrari 166, um modelo de F2.

    Na época, um F1 era um carro de 4,5L de cilindrada ou de 1,5L superalimentado. Um F2 era um carro de 2,0L ou 0,5L superalimentado.

    O que aconteceu em 52 foi o banimento dos carros de F1, em favor dos de F2. Neste ano, foram inscritos os seguintes modelos Ferrari: 125, 166, 212,500, sendo este último o oficial de fábrica, com que Ascari ganhou o campeonato. Todos co motores 2,0L aspirados. Mais especificamente, os motores Tipo 375, Tipo 500 e Squalo.

    Vale lembrar que, nessa época, a categoria chamava-se Campeonato Mundial de Pilotos, e Fórmula 1 era um regulamento técnico. Esses dois conceitos se fundiram oficialmente apenas em 1981.

  • Ricardo César

    Valeu Daniel por suas informações, vc tem razão em tudo o que escreveu
    Acho que vai chegar o tempo em que a F1 pra sobreviver vai ter que achar uma solução para não ficar tão dependente das montadoras como esta hoje em dia
    Abraço

  • Ricardo César

    Valeu Daniel por suas informações, vc tem razão em tudo o que escreveu
    Acho que vai chegar o tempo em que a F1 pra sobreviver vai ter que achar uma solução para não ficar tão dependente das montadoras como esta hoje em dia
    Abraço

  • MOACYR JÚNIOR

    Volta de Lotus…Torço com LOTUS.

  • MOACYR JÚNIOR

    Volta de Lotus…Torço com LOTUS.

  • MOACYR JÚNIOR

    Volta de Lotus. Torço pelo LOTUS.

  • MOACYR JÚNIOR

    Volta de Lotus. Torço pelo LOTUS.

  • Patricveiga

    Nao acredito que essa seja a melhor forma, mas se voltassem os motores turbo e parassem com essa babozeira de ficar inventando regulamentos para manipular o campeonato seria bem melhor pq o proprio nome já diz Formula 1 só que está em primeiro sabe. então libera a tecnologia e que vença o piloto mais corajoso!!!!!