29/03/2008

Café com Velocidade – Edição Entrevista

schumacher_maquina.jpgHoje gravamos mais um Café com Velocidade e essa edição está mais do que especial. Eu e o Thiago entrevistamos a jornalista Alicia Klein, que lança na próxima segunda o livro: A Máquina – Michael Schumacher, o maior de todos os tempos.

Batemos um papo muito bacana e falamos sobre a escolha da escritora em falar sobre o heptacampeão, a eterna polêmica no quesito “o maior piloto”, todo o trabalho de edição da obra, fontes de pesquisa, histórias e muito mais.

Na segunda-feira acontece o coquetel de lançamento na Livraria Cultura, da Avenida Paulista, a partir das 19h. Quem puder, marque sua presença. Eu estarei por lá. =)


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Para fazer o download do programa, clique aqui.

A Máquina: Michael Schumacher, o melhor de todos os tempos
Alicia Klein
Editora: Best Seller
Preço: 29,90

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é jornalista e profissional de marketing em mídias sociais, tem 27 anos e, apesar de gostar de todo tipo de corrida, a Fórmula 1 é sua preferida.
  • Ricardo César

    Sempre achei o Schumacher um Nigel Mansell na pista com o Marketing do Senna fora dela.
    A diferença é que na época do Mansell, faltou um Ross Braw para ficar gritando com ele no rádio para ele cometer menos erros.
    Nos anos de 91,92 e 93 ele foi igualzinho ao Mansell, era rápido arrojado e quebrador. Só quando a FIA liberou o abastecimento e limitou a velocidade do piti, é que ele se tornou em um campeão. E só quando os grandes da geração que veio antes dele, parou de correr.
    Sem falar que ele exigia ser primeiro piloto, e que o segundo andasse atrás dele, tudo isso em contrato
    O Prost com quatro títulos foi muito melhor e muito maior, pois correu de igual pra igual com e venceu á todos os seus companheiros de equipes, e muito deles campeões do mundo, como Lauda, Rosberg, Senna, Mansell e Hill. Sem falar em Arnoud francês que disputou com ele de igual pra igual na Renault
    Ele era muito rápido, tanto é que teve a estréia que tv
    Mas como era um piloto que sobre pressão errava muito (vide 94, 97, 98 e 99) se corresse na década de 80 seria um coadjuvante de luxo, assim como foi o Mansell

  • http://f1tales.blogspot.com Alexandre Carvalho

    Definitivamente, não existe “o melhor piloto de todos os tempos”. Estou ouvindo agora a entrevista com a Alicia, e prestando atenção na comparação de números, que não pode ser usada como parâmetro, por exemplo, na comparação com o Fangio, que correu em outra época, sob outras regras etc.

    Na média de aproveitamente por corridas, por exemplo, Schumacher perde para Fangio, só que o argentino disputou um número bem menor de corridas ao longo de sua carreira na Fórmula-1.

    Nesse ponto, discordo totalmente com a Alicia quando ela diz que na Fórmula-1 dá para comparar tais números. Não dá, principalmente quando se fala de épocas diferentes.