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Café com Velocidade #107 – Aquecimento F1, Indy, Nascar e Truck

O Café com Velocidade vem em uma edição mais que especial nesta semana. Com a volta das principais categorias do automobilismo, F1 e a Indy, tivemos muitos assuntos para comentar.

Realizamos o aquecimento para o GP do Bahrein e a melhor parte é que retornamos com os nossos palpites. Quem será que vai errar mais esse ano? Na Indy, tivemos a participação do Pezzolo, que além de falar sobre a categoria, também comentou a estréia da sua TV. Passamos pela primeira prova da Truck este ano, além da Nascar e suas intrigas na última prova, realizada em Atlanta.

Para entenderem o que pegou na Nascar, acessem este post aqui, com todos os vídeos e detalhes.

Outras categorias, como o WTCC e o IRC, também foram abordadas nas rapidinhas, que já começam a ficar recheada de informações!

 
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Classic: conte a sua história

Que tal ser protagonista de uma campanha na internet?

Essa é a proposta do Chevrolet Classic. Aposto que você se lembra deste carro, que além de ser um dos mais vendidos da marca, conquistou o carinho do público ao longo dos anos.

No site, quem tem ou já teve um Classic, pode compartilhar as suas melhores histórias com o veículo por meio de fotos, vídeos ou textos. Vale desde uma situação engraçada até aquele romance.

Depois serão escolhidos os 15 melhores relatos, que participarão da campanha online. É a sua chance de virar uma celebridade. :)

Guia para a São Paulo Indy 300

Falta exatamente uma semana para a realização da corrida da Indy em São Paulo. Se você já comprou seu ingresso, deve estar contando os dias para a prova, se ainda não adquiriu, dá tempo de correr e garantir o seu.

Com essa questão solucionada, uma outra importante entra em jogo: o que devo levar para o autódromo, como chego até lá, qual horário é o melhor etc. Esses são itens que devemos prestar bem atenção, pois podem fazer toda diferença na hora de curtir a sua corrida.

Equipamento

Eu irei acompanhar a prova no setor 14 Bis, que é descoberto e lembra muito bem a arquibancada do setor G na Fórmula 1. Lá, temos que nos preparar para enfrentar sol e chuva a qualquer momento do dia. Por isso, é sempre bom ter uma mochila com os seguintes itens: protetor solar, boné, capa de chuva e sacos plásticos (para cobrir a mala e seu pé, num calçado confortável). Um radinho também é bem-vindo para você não ficar perdido durante a corrida.

Lugar

Geralmente, um lugar no alto da arquibancada é o que garante melhor visão da pista como um todo. E para conseguir ficar lá em cima, é preciso chegar cedo no sambódromo. Os portões abrirão às 7h da manhã e é bom estar lá mais ou menos neste horário. Como no sábado acontecem os treinos e, quase sempre, há menos público neste dia, pode ser uma boa oportunidade para testar uma “estratégia” para o domingo.

Transporte

Não recomendo muito o uso de automóvel para chegar no autódromo. Quase sempre você pega muita fila para achar um lugar e quando consegue o preço é um absurdo. Neste caso, é interessante pegar o metrô, linha azul, até o Terminal Rodoviário do Tietê. Mais 10 minutos de caminhada e você chega nas arquibancadas.

Divirta-se e aproveite a corrida!

IZOD IndyCar Series no Brasil e ponto!

Modelos da Penske na CART World Series e na IRL

* Este texto reproduz única e exclusivamente a opinião deste redator e não representa a opinião do site Velocidade.org.

Estou ansioso para ver a corrida que ocorrerá semana que vem no Sambódromo do Anhembi, transformado em circuito pela primeira vez, para a realização da “São Paulo Indy 300” sob a tutela da IZOD IndyCar Series. Vai ser um evento único, em todos os sentidos. Primeiro porque está categoria nunca veio ao país, como algumas pessoas estão confundido.

A IndyCar Series (atualmente patrocinada pela IZOD) foi criada em 2008 depois que as equipes da ChampCar juntaram as equipes que disputavam o campeonato da Indy Racing League (conhecida como IRL). A fusão das categorias, da forma como foi propagada, nunca existiu de fato, uma vez que a ChampCar entrou com pedido de Falência pouco tempo depois. Esta ChampCar foi o que sobrou da CART World Series, campeonato forte que nos anos 90 teve a pretensão de duelar com a Formula 1 em popularidade. Porém, por diversas falhas administrativas, a categoria definhou vertiginosamente.

O que faz as pessoas pensarem que se trata da mesma categoria é a prova de Indianapolis. Desde 1994, quando o dono do circuito Tony George formou a Indy Racing League, tivemos duas competições concomitantes com a maioria da provas no solo americano, dividindo as equipes e fazendo uma confusão na cabeça de todo mundo. Pelo menos, a CART nunca marcou provas no período da Indy 500, permitindo que as principais equipes pudessem disputar esta etapa. Tanto que a Ganassi conseguiu vitórias em Indianapolis enquanto corria na temporada regular da PPG CART World Series. E foi a CART que correu no circuito oval Nelson Piquet, hoje um autódromo abandonado no Bairro de Jacarepaguá.

Por conta deste histórico confuso entre estas categorias, seria normal verificar que muita gente iria confundir CART com IRL, que hoje é IndyCar Series. Mas a questão é mais ampla. Comparar uma categoria com a outra por conta das equipes é uma bobagem. A Penske já esteve na F1, na CART e na IRL, além de participar de outras categorias. Mas só com a “Indy” no Brasil contam todas as vitórias juntas, erroneamente. Não dá mesmo, uma vez que essas próprias equipes não consideram as vitórias conquistada em uma categoria na outra. Veja como a Ganassi trata as categorias de forma diferente no seu histórico.

Questão de equipamento então, nem se fala. Como comparar duas competições em que o tipo de motor eram diferentes em seu estilo, com empresas desenvolvendo soluções que não se aplicavam na competição da outra. Além disso, como vocês podem ver na foto acima os Chassis da CART no seu momento de maior evolução eram menos achatados do que os produzidos pela Dallara para IRL em 2003, e que são usados até hoje.

Depois de tudo isso, como dizer e referenciar histórias de uma competição para a outra. Não dá! Eu particularmente gostava de ambas as categorias, com uma predileção para CART. Isso não vai fazer com que eu misture as bolas e de informações que não são corretas. O que estará no Brasil e correrá no próximo dia 14 é a IZOD IndyCar Series, e ponto. Qualquer outra coisa, por tudo citado acima, é erro.

Café com Velocidade #106 – F1, Indy e Nascar

A abertura das temporadas das principais categorias do automobilismo está bem próxima e elas foram o assunto de mais um Café com Velocidade. Faltam mais ou menos 10 dias para o início da Fórmula 1 e da Indy e a ansiedade aumenta e muito!

Neste programa falamos dos últimos treinos coletivos da F1, as últimas notícias da Indy e, claro, da Nascar, que está na sua terceira prova.

Espero que curtam esta edição!

 
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[debate aberto] Stock Car 2010: o que falta para engrenar?

velocidade.org | foto: anderson costa

Acompanhando categorias internacionais, conseguimos fazer uma leitura melhor do que acontece dentro de casa. Refiro-me a maior categoria automobilística brasileira, a Stock Car. Qual o cenário hoje: patrocínios em dia, rotatividade de pilotos, competitividade e casa cheia em todas as corridas. Parece um sucesso. Mas falta algo.

Tenho a impressão de que a Stock tem seus problemas. Não é uma categoria que desperta paixões irredutíveis como a Truck. Não tem uma exposição tão grande na mídia geral, mesmo com a transmissão da Globo como suporte. Transmissão essa, aliás, bem prejudicada em 2009, com corridas cortadas e gravadas – eram transmitidas minutos depois por conta da programação da TV. E claro, o backstage, que deve ter lá suas histórias escabrosas.

Estive no lançamento dos pilotos da Itaipava na semana passada. Luciano Burti, um deles, esteve lá e foi bem claro: o automobilismo brasileiro ainda precisa melhorar muito. Mas conversando com outros colegas isso se torna uma coisa tão etérea. Parece que ninguém tem uma conclusão. Apenas suspeitas.

Será que precisaria uma visão melhor da organização? Uma transmissão melhor ou até mesmo em outra emissora, procurando uma concorrência? Um evento mais completo, como é a Nascar nos EUA?

Eu mesmo não tenho as respostas. Apenas suspeitas. E vocês?

Analise das semanas de testes da Formula 1

Após estas 2 semanas de testes na Espanha em 3 circuitos diferentes, podemos observar e analisar um pouco do que pode ser um pequeno prognóstico da temporada que começara no dia 14 de março no Bahrein. Este ano, a Formula tem uma nova variante fundamental: o fim do reabastecimento. E o impacto tem sido grande pelos resultados dos testes. Para se ter uma idéia, a melhor volta no Q2 do ano passado no circuito de Barcelona, a volta mais rápida daquele final de semana, foi com Barrichello de Brawn, com 1min19s954, enquanto nestes testes a volta mais rápida foi de Hamilton, pela McLaren, com 1min20s472. Isso é só um detalhe que ocorreu nestes dias. Vou tentar neste post fazer uma analise rápida sobre todas as equipes nestes últimos 15 dias.


ferraribarcelona Ferrari: Junto com a McLaren e a Red Bull foi a equipe que mais liderou testes neste inicio de temporada. A preocupação com consumo foi fator primordial para equipe Italiana, a ponto de rodarem em muitos dias mais de 100 voltas. O carro é rápida e pareceu constante nos stints longos. Os resultados em Valência foram mais expressivos, uma vez que era uma pista travada, onde os carros de Mugello não andavam tão bem nas temporadas anteriores. E pelas declarações, é o carro que sai na frente para maioria


redbullbarcelonaRed Bull: Não nego que a RedBull espantou por entregar um projeto de carro  mais tarde que as demais equipes. Porém, mostrou que o trabalho foi bem feito, e houve evolução no carro RB5. Mesmo não participando de todos os testes e com uma quilometragem menor que as rivais, é um carro bem nascido. Existe uma preocupação durante a temporada sobre o motor Renault, mas a aposta é que o time Rubro Taurino continue a disputar vitórias como fez na última temporada.


mclarenbarcelona McLaren: Desta vez, a McLaren começara a temporada com um carro bem nascido, rápido com o tanque vazio e com o motor mais potente da categoria ainda empurrando os prateados. Com destaque para a boa performance de Jenson Button, em muitos momentos melhores que Lewis Hamilton. A maior preocupação é o rendimento do carro com o tanque cheio, que não parece dos melhores. Mas pode chegar em RedBull e Ferrari com certeza.


mercedesbarcelona Mercedes: Problemas a vista. Mesmo baseado no carro campeão do ano passado e com a presença de Michael Schumacher no cockpit da nova flecha de prata, a equipe não mostrou todo o potencial que dela se espera. Com um possível novo difusor já para a prova inaugural no Bahrein, a equipe alemã terá muito mais trabalho para chegar nas outras três escuderias mencionadas.


williamsbarcelona Williams: Um carro que agradou bastante, mostrou durabilidade e resistência, mesmo empurrado pelo motor Cosworth, que em termos de desempenho é a maior incógnita deste ano. Com um plano de testes longo como o da Ferrari, mostrou ser um carro confiável para o inicio de temporada. Porém, o maior problema da equipe sediada em Woking é sem dúvida o desenvolvimento do carro durante a temporada, devido ao baixo orçamento em relação as demais equipes. Provavelmente disputará o lugar de 5° força do campeonato.


sauberbarcelona Sauber: Vale as mesmas palavras da Williams no quesito desenvolvimento. Sem um grande patrocinador por trás, fica difícil prever alguma evolução neste bom projeto deixado pela equipe BMW. O motor Ferrari mostrou que empurra e muitas vezes os Stints longos nos testes mostraram resultados satisfatórios. Seria uma equipe para atingir degraus maiores neste ano.


OLYMPUS DIGITAL CAMERA Renault: Um projeto que não apresenta evolução aos carros das temporadas anteriores. Muitos problemas acompanharam os testes em terras espanhóis, e sem o apoio total da fábrica, é outra equipe que deve andar muito para trás nesta temporada. Em alguns casos, disputando as últimas posições do grid.


Toro Rosso: Com chassi próprio este ano, foi outra equipe que utilizou os testes para simular resistência e consumo do motor Ferrari, mostrando um tororossobarcelonadesempenho bastante satisfatório, acompanhado de algumas voltas rápidas de tanque vazio, principalmente no circuito de Jerez que contem mais curvas de alta velocidade, porém andou atrás na maior parte do tempo nos outros momentos. Uma equipe que pode ultrapassar a Renault e brigar com Williams em alguns momentos.


Force India: Mesmo caso da Toro Rosso. Com uma estrutura totalmente Formula One World Championshipindependente da McLaren, quer mostrar que não é uma equipe satélite da equipe inglesa. Mostrou velocidade novamente em circuitos de alta e andou para trás nos outros momentos. Talvez fique atrás da equipe 2 da Red Bull, mas provavelmente não ficará tão longe das equipes do bloco intermediário como nos outros anos.


Virgin: Problemas estruturais sérios e pouca quilometragem marcaram a Virginvirginbarcelona nestes testes. Com problemas de dirigibilidade crônicos e pouca velocidade, a equipe de Richard Branson mostra que precisará correr muito para conseguir bons resultados. Ficou latente que o projeto desenvolvido sem túnel de vento não está próximo do desejável. Provavelmente não conseguirá bons resultados nesta temporada.


Lotus: Com o projeto mais simples de todos os carros, a equipe Lotus mostrou 2010 Formula One Testinguma vantagem em relação ao projeto apresentado pela também novata Virgin: um carro com maior durabilidade e resistência. Com stints longos, fica claro que a Lotus pensa em primeiro ter um carro que termine provas do que ter um carro rápido logo de cara. Isso pode garantir algum resultado bom em provas com muitos abandonos, mas nada além disso.


Em suma, temos três grupos bem definidos de times: As que irão disputar vitórias, que serão Ferrari, Red Bull, McLaren e Mercedes. Logo a seguir, verá o grupo intermediário com Williams, Sauber, Renault, Toro Rosso e Force India e o grupo das novatas com Lotus e Virgin. Durante a temporada não deverá haver possibilidade de uma equipe subir para outro nível, mas deverá existir briga intensa dentro destes blocos. E agora, é esperar estes carros de volta no circuito do Bahrein e apreciar a volta da competição mais importante do automobilismo mundial.

Café com Velocidade #105 – F1, Indy e Nascar

Chegamos com o podcast desta semana dando um giro no que aconteceu de melhor no automobilismo! Desta vez, o Thiago Raposo não pode participar conosco, devido a problemas familiares, mas na próxima semana ele já está de volta.

Portanto, eu e o Thiago Sta Rosa falamos dos últimos testes da F1 em Jerez, depois sobre as notícias da Indy e a prova em SP e fechamos com a Nascar e suas provas do fim de semana.

Tivemos a participação dos ouvintes com as famosas perguntas enviadas pelo Twitter! Abaixo está o vídeo do Sato, que comentamos no bloco da Indy.

Espero que gostem e aguardo os comentários de vocês!

 
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Foto da semana – A Indy invade o carnaval paulista

bia_gp

Eu não sei vocês, mas pra mim é bem bizarro saber que terá uma etapa da Fórmula Indy em pleno Sambódromo do Anhembi. Mas essa foto fez a minha ficha cair.

Claro que não teremos plumas e paetês na pista (pelo menos ninguém anunciou campanhas de marketing desse tipo). Mas é inevitável não ficar com as sombrancelhas em pé quando você entende os dois mundos e o espaço físico onde eles acontecem. Pois na sexta, eles se encontraram cara a cara.

Na foto acima, a piloto Bia Figueiredo, que estreia na Indy em 2010, deu uma volta no Sambódromo num modelo de dois lugares, onde ela levou a apresentadora Renata Fan. Foi só pra fazer uma promoção e testar parte da pista. Detalhe: a passagem pelo sambódromo foi no mesmo dia do desfile das escolas campeãs de São Paulo, já tradicional às sextas da última semana de carnaval.

Ou seja, a galera que foi pra arquibancada pra curtir, beber e pegar os restos das fantasias curtiu um bônus automobilístico.

Já compramos nossos ingressos para o setor 14 Bis para o desfile da Indy. Nos vemos lá.

Via Grande Prêmio